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ANESTESIA

Não faz muito tempo em que falar de anestesia era sinônimo de medo, insegurança e riscos. Felizmente, com o avanço da Medicina Veterinária e maior conhecimento por parte dos profissionais e também por parte dos proprietários, esta técnica indispensável para a realização de cirurgias está cada vez mais confiável.

            Novos medicamentos e equipamentos modernos vêm sendo adotados, o que garante mais segurança e confortos a Médicos Veterinários, Proprietários e pacientes. Com isso, os riscos de acidentes anestésicos ou de complicações são reduzidos consideravelmente.

            Para quem não sabe, a anestesia é um dos procedimentos mais importantes e consagrados na Medicina, e assim vem sendo reconhecida na Veterinária, por ser uma especialidade relativamente mais jovem. Ela é caracterizada pelo estado de insensibilidade dolorosa frente ao estímulo cirúrgico. A anestesia é transitória e reversível, promove o relaxamento muscular, a inconsciência, a imobilidade e a ausência de dor, fatores indispensáveis para o bom andamento de qualquer cirurgia. A duração do seu efeito depende do porte cirúrgico e do tempo do procedimento.           

            O Veterinário que se dedica a Anestesiologia é o profissional formado para prevenir, identificar e solucionar qualquer intercorrência durante e após a anestesia. Porém, mesmo com todos estes indicativos de segurança, a anestesia causa temores. O mais Importante é sempre ter presente um Anestesista durante o procedimento, muito mais do que a técnica a ser escolhida.           

- DIFERENTES TIPOS DE ANESTESIA, MAIS EMPREGADAS: 

1.      GERAL 

É usada na maioria das intervenções na região do abdome superior, tórax, cabeça e pescoço, além de procedimentos neurológicos ou cardíacos. É feita por meio de administração de medicamentos que deixam o paciente inconsciente e livre de dores durante a cirurgia. Pode ser aplicada por via venosa ou inalatória. 

2.      RAQUIDIANA 

Anestesia regional aplicada nas costas do paciente. Deixa os membros inferiores e parte do abdome imóveis e anestesiados temporariamente. 

3.      PERIDURAL 

Feita também pelo bloqueio da sensibilidade dos nervos das costas do paciente. Muito utilizada quando se deseja uma analgesia contínua (mais prolongada), como na analgesia do parto. 

- CONTROLE DO PACIENTE

            O anestesiologista controla todas as funções vitais do paciente, como: 

1 - Nível de consciência

2 - Pressão arterial, freqüência cardíaca, coloração das mucosas e da pele, volume de oxigênio circulante, níveis de oxigênio e gás carbônico no sangue.

3 - Volume respiratório, freqüência respiratória, concentração de oxigênio nos pulmões

4 - Volume urinário

5 - Atividade muscular

6 - Também é função do anestesiologista diagnosticar e monitorar, constantemente, a situação do paciente durante a cirurgia e contribuir para que o cirurgião se ocupe, exclusivamente, em realizar a cirurgia 

      Todos os cuidados são fundamentais para evitar problemas. Caso contrário, as histórias que envolvem anestesias podem ser traumáticas. 


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